domingo, 1 de maio de 2011
Dia da Mãe...
Os teus braços sempre se abrem quando preciso de um abaço, o teu coração sabe compreender quando preciso de uma amiga, os teus olhos sensíveis se endurecem quando preciso de uma lição. A tua força e o teu amor sempre presentes na minha vida e deram-me as asas que eu precisava para voar... Adoro-te Mãe!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Dia do Pai...
Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um facto inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar... Obrigada! Feliz Dia Pai!...
terça-feira, 8 de março de 2011
Dia da Mulher...
Mulheres
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem novos sapatos para
as suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando as suas crianças adoecem
e se alegram quando as suas crianças ganham prémios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversário ou um novo casamento.
Pablo Neruda
Como definir mulher numa única palavra se mulher é mãe, é amiga, é amante, é esposa, é filha, é querida, é mulher... Nem todas as palavras do mundo poderiam definir as nossas qualidades!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Hoje apetece-me escrever...
Entre a folha branca e o gume do olhar
a boca envelhece
Sobre a palavra
a noite aproxima-se da chama
Assim se morre dizias tu
Assim se morre dizia o vento acariciando-te a cintura
Na porosa fronteira do silêncio
a mão ilumina a terra inacabada
Interminavelmente
Eugénio de Andrade, in "Véspera da Água"
a boca envelhece
Sobre a palavra
a noite aproxima-se da chama
Assim se morre dizias tu
Assim se morre dizia o vento acariciando-te a cintura
Na porosa fronteira do silêncio
a mão ilumina a terra inacabada
Interminavelmente
Eugénio de Andrade, in "Véspera da Água"
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Anoitecer em Marvão...
Aqui o tempo tem um ritmo diferente, parece passar mais devagar, podemos desfrutar de uma paz e tranquilidade invulgar...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
De regresso ao meu refúgio!...
Eu sei que já lá vai um bom tempo desde a minha última publicação, mas a verdade é que nem sempre temos tempo para as coisas que gostamos por diversos motivos. Nos dias de hoje é preciso ser uma super-mulher de manhã a noite!
É bom estar de volta ao meu cantinho!
Beijos:)
É bom estar de volta ao meu cantinho!
Beijos:)
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