Entre a folha branca e o gume do olhar
a boca envelhece
Sobre a palavra
a noite aproxima-se da chama
Assim se morre dizias tu
Assim se morre dizia o vento acariciando-te a cintura
Na porosa fronteira do silêncio
a mão ilumina a terra inacabada
Interminavelmente
Eugénio de Andrade, in "Véspera da Água"
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Anoitecer em Marvão...
Aqui o tempo tem um ritmo diferente, parece passar mais devagar, podemos desfrutar de uma paz e tranquilidade invulgar...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
De regresso ao meu refúgio!...
Eu sei que já lá vai um bom tempo desde a minha última publicação, mas a verdade é que nem sempre temos tempo para as coisas que gostamos por diversos motivos. Nos dias de hoje é preciso ser uma super-mulher de manhã a noite!
É bom estar de volta ao meu cantinho!
Beijos:)
É bom estar de volta ao meu cantinho!
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